Conferência de Pós-Colheita deve reunir 800 especialistas

Publicado em 10/10/2014 às 09h50

O agronegócio brasileiro é uma referência internacional da porteira para dentro. Nos últimos 40 anos, os produtores conseguiram dobrar sua média de produtividade de soja, de 1,5 mil quilos/hectare, para 3 mil em 2012/13. Ao mesmo tempo, o país tornou-se um celeiro mundial na produção de alimentos e a atividade rural consolidou-se como o principal sustentáculo da economia. Da porteira para fora, entretanto, as safras agrícolas estão sujeitas a todo o tipo de problemas, como perdas nos transportes e na armazenagem, um sistema de armazéns com capacidade menor que a demanda, estradas precárias e portos obsoletos.

Desafios - Para debater os desafios da pós-colheita no Brasil, Maringá (PR) sedia, a partir de terça-feira (14/10) da próxima semana, no Centro de Eventos Excellence, a VI Conferência Brasileira de Pós-Colheita. A iniciativa, que segue até quinta-feira (16/10), é da Associação Brasileira de Pós-Colheita (Abrapos) e Cocamar Cooperativa Agroindustrial.

Participação - Realizada de dois em dois anos, a Conferência deverá contar com a participação de 800 especialistas de todo o país e do exterior. Em paralelo ao plenário, uma exposição vai apresentar produtos e serviços de empresas fornecedoras.

Abertura - Como parte da abertura, às 8h30 de terça-feira (14/10), o ex-ministro da Agricultura, Luiz Carlos Guedes Pinto, fará uma palestra sobre “Cenários da Produção Brasileira de grãos e segurança alimentar mundial”.

Conscientização - "Queremos promover a discussão em torno da conscientização dos profissionais da pós-colheita de grãos, na busca das especificações de qualidade desejadas pelo consumidor", afirma o presidente da Abrapos, Irineu Lorini, pesquisador da Embrapa Soja. Ele destaca a necessidade de se enfatizar as boas práticas de armazenagem e fabricação em toda a cadeia de produção, o que envolve a produção de grãos sem contaminação química, física e, sobretudo por químicos.

Cooperação - A Conferência tem a cooperação de várias instituições do setor de pós-colheita brasileiro, sendo a maioria cooperativas, que atuarão na co-promoção e apoio, como: C.Vale, Coamo, Agrária, Cotriguaçu, Castrolanda, Integrada, Cocari, Batavo, Comigo, Cooperalfa, Coopavel, Copacol, Lar, Sistema Ocepar-Sescoop e OCB. Participam também Caramuru Alimentos, Fiagril, UFV, UFSC, Codapar, Ceagesp, Feagri-Unicamp, Conab, Embrapa, CNPq e Capes.

 

Fonte: Cocamar

Categoria: Agronegócio, Cenário Macroeconômico, Norte do Paraná
Tags: Agronegócio, macroeconomia, Norte do Paraná

Enviar comentário

voltar para Notícias

left tsN fwR uppercase show|left tsN fwR uppercase bsd b01s|left fwR uppercase show bsd b01s|bnull||image-wrap|news login uppercase b01 bsd c10|fsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase b01 bsd|login news fwR uppercase b01 bsd|tsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase bsd b01|content-inner||