Hackathon da Nasa começa nesta sexta-feira (19)

Publicado em 19/10/2018 às 15h47

Começa nesta sexta-feira (19) e segue até domingo (21), na campus da Unicesumar, o Space Apps Challenge, hackathon da Nasa que está sendo realizado pela primeira vez na cidade. Durante 48 horas, programadores, designers, engenheiros, profissionais e estudantes de diferentes áreas do conhecimento trabalharão em equipe para buscar soluções para desafios elaborados pela Nasa, baseados em problemas reais. 

As categorias dos desafios podem ser consultados nesse site, em inglês. O evento começa às 19h, com uma palestra de abertura e orientações gerais. No sábado (dia 20) pela manhã, haverá um bootcamp, com minicursos de temas úteis para quem vai participar da competição. Para participar, é preciso ter feito a inscrição no evento separadamente. O hackathon propriamente dito começa no sábado ao meio-dia. O anúncio dos ganhadores será feita no domingo (21) às 13h. 

As equipes participantes da competição serão formadas na hora e deverão ter no máximo seis integrantes. Serão selecionados três equipes na etapa regional - dois com base na avaliação dos jurados e um com base em voto popular. Os selecionados irão para a etapa mundial e serão julgados pelos pesquisadores da Nasa. Os cinco melhores times internacionais terão a oportunidade de assistir a um lançamento de foguetes na agência espacial. Os projetos também têm a oportunidade de serem acelerados por parceiros da Nasa, afirma Diógenes Magri, coordenador de cursos do campus da Unicesumar em Londrina. 

No Paraná, o evento também acontece em Maringá e em Ponta Grossa. Magri observa que, mesmo na etapa regional, o hackathon é uma oportunidade de participar de um evento mundial de grande proporção, de ter visibilidade e receber feedback de uma banca de jurados formado por empresários, aceleradoras e entidades de apoio a startups. 

Tarik Caramanico, estudante do segundo ano de engenharia da software da Unicesumar foi um dos finalistas da edição do hackathon do ano passado. Ele e a equipe desenvolveram um sistema que utiliza imagens com raios infravermelhos de um dos satélites da Nasa para analisar características da mata ciliar em propriedades rurais. "Ao analisar as imagens em infravermelho conseguimos ter mais certeza de se tratar de uma planta", explica Caramanico. Para ele, participar de um hackathon da Nasa foi estimulante e permitiu ter acesso a uma gama de recursos que só a agência espacial poderia prover, algo que foi providencial no momento de desenvolver uma ideia de solução para os desafios.

 

Fonte: Folha de Londrina

 

Enviar comentário

voltar para Notícias

left tsN fwR uppercase show|left tsN fwR uppercase bsd b01s|left fwR uppercase show bsd b01s|bnull||image-wrap|news login uppercase b01 bsd c10|fsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase b01 bsd|login news fwR uppercase b01 bsd|tsN fwR uppercase b01 bsd|fwR uppercase bsd b01|content-inner||