Mapa mostra preço das terras agrícolas no Paraná

Publicado em 20/02/2018 às 15h31

Em que municípios estão as terras mais produtivas do Paraná? Quanto é preciso desembolsar para comprar um hectare de terra roxa? E se o solo for misto ou arenoso, qual é o preço médio?

Para ajudar a responder perguntas como essas, com informações facilmente visualizáveis, o Núcleo de Agronegócio e o setor de Infografia da Gazeta do Povo prepararam o Mapa do Preço das Terras Agrícolas no Paraná. Todas as informações e a metodologia de coleta dos dados são do Departamento de Economia Rural da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab). A pesquisa é feita anualmente, desde 1998, e a Seab atualiza os dados sempre no mês de março.

Clique aqui e acesse o mapa interativo 

Um rápido olhar para o mapa já revela, no degradê que vai do amarelo claro até o laranja escuro, onde estão as terras mais valorizadas em termos de milhares de reais por hectare. A Seab classifica as terras em sete classes, de A-I até C-VIII, começando pelas terras cultiváveis de excelente topografia e aptidão para lavoura, até as áreas tidas como inaproveitáveis para o cultivo, que podem servir como reserva de preservação permanente, abrigo e proteção de fauna e flora silvestre ou, ainda, como ambiente para recreação ou armazenamento de água.

A busca pode ser feita para cada um dos 300 municípios paranaenses. As informações são levantadas junto a 400 áreas de 50 mil hectares, com valores informados por pessoas e empresas ligadas ao setor agropecuário, como imobiliárias, corretores de imóveis autônomos, engenheiros-agrônomos, técnicos da Emater, cooperativas, sindicatos rurais, associações de produtores e cartório de registro de imóveis, entre outros.

Ressalva

A Secretaria de Agricultura salienta que os dados finais da pesquisa devem ser utilizados apenas como uma referência de preço, já que são resultantes de uma média de preços de mercado (negócios realizados e/ou intenções de compra). Portanto, não devem ser utilizados como valor absoluto, máximo ou mínimo, devido à dinâmica do mercado e, principalmente, levando em consideração as diferenças quanto à localização, topografia, tipo de solo, fertilidade, utilização, entre outras variáveis e características próprias de cada propriedade.

Fonte: Gazeta do Povo

 

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