Paraná é Destaque Internacional de Competitividade dos Estados

Publicado em 20/09/2016 às 16h53

O Paraná recebeu o prêmio Destaque Internacional de Competitividade dos Estados, concedido pela Economist Intelligence Unit (EIU), divisão de análise do grupo The Economist, em parceria com o Centro de Liderança Pública (CLP) e a Tendências Consultoria. O prêmio foi entregue ao governador Beto Richa, nesta segunda-feira (19), em São Paulo.

A premiação destacou a atuação do Paraná quando comparada a indicadores internacionais de países que compõem a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Paraná teve performance acima da média nas áreas de emissão de poluentes, registro de patentes, solvência fiscal, saneamento, educação e custo de mão de obra. Os outros finalistas eram São Paulo e Minas Gerais.

COMPETITIVIDADE DOS ESTADOS – O prêmio Destaque Internacional foi entregue durante o evento de divulgação do ranking de Competitividade dos Estados Brasileiros, feito pelas mesmas instituições. Pelo segundo ano consecutivo, o Paraná foi considerado o segundo mais competitivo do País, atrás apenas de São Paulo. “Essa posição que alcançamos, mais uma vez, demonstra os avanços conseguidos nos últimos anos no Estado”, disse Richa. Ele participou de um painel com os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, e de Santa Catarina, Raymundo Colombo, com o tema “Perspectivas inovadoras: como o equilíbrio fiscal pode atrair investimento e impulsionar o crescimento dos estados”.

MENOR E MAIS EFICIENTE – No debate, Richa defendeu a maior eficiência da máquina pública, a redução da burocracia e dos gastos com funcionalismo e demais poderes para combater a crise econômica e aumentar a competitividade dos Estados. “Precisamos ter uma máquina pública mais leve, menor e mais eficiente. O Estado não pode ser um gerente de Recursos Humanos da folha do funcionalismo. A crise é de todos”, defendeu Richa.

Ele lembrou que o ajuste fiscal realizado no Paraná ajudou o Estado a atingir o equilíbrio financeiro e permitir a retomada do ritmo de investimentos no Estado. “Realinhamos as alíquotas de alguns impostos que estavam defasadas, aumentamos as receitas de 2,5%, mas também fizemos nossa parte, ao reduzir as despesas em 7,5%. Cortamos mil cargos comissionados, eliminamos a estrutura de cinco secretarias e adotamos medidas para fazer nossa reforma da previdência”, disse. “Isso me custou críticas e minha popularidade, mas permitiu ao Estado ter solidez fiscal e retomar investimentos”, afirmou.

SEGURANÇA JURÍDICA - O governador do Paraná ressaltou que a solidez fiscal, o diálogo com o setor privado e a segurança jurídica tornam os Estados mais competitivos na atração de investimentos. “No Paraná, em cinco anos, atraímos mais de R$ 40 bilhões em investimentos pelo programa de incentivos Paraná Competitivo”, ressaltou.


RECESSÃO - Durante o painel, os governadores demonstraram preocupação com a recessão e a demora na recuperação da economia brasileira. “Se a economia não voltar a crescer teremos sérios problemas. Já são 17 Estados e mais o Distrito Federal que podem declarar estado de calamidade pública”, lembrou Geraldo Alckmin. “A situação é mais grave do que aparenta. Se a economia não voltar a crescer, vamos ter que vender ativos”, disse Raymundo Colombo.
 
 
Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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