Paraná possui o agronegócio mais competitivo do País

Publicado em 19/01/2015 às 12h03

Há muitos desafios para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro, principalmente do lado de fora da porteira, afirma Carlos Augusto Albuquerque, assessor da presidência da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep). Do lado do produtor, ele explica que a competitividade da produção agrícola do Estado está relacionada, principalmente, à elevada produtividade da soja conquistada nos últimos anos.

Em termos de infraestrutura, Albuquerque discorda do ranking divulgado pela CNA. Segundo ele, a proximidade com o porto e as boas condições das estradas paranaenses tornam o Estado um dos mais competitivos do País. O assessor também não concorda com a sétima colocação do Paraná no quesito inovação. Segundo ele, as inúmeras instituições de pesquisas existentes no Estado e a absorção de novas tecnologias por parte dos produtores, ajudam a elevar os índices de produtividade. Na opinião dele, o produtor paranaense sabe adotar as tecnologias.

Ele acrescenta, porém, que daqui por diante o Estado terá que investir mais em infraestrutura e produtividade para se manter competitivo. Um desses investimentos, cita Albuquerque, deveria ocorrer no sistema de armazenamento da produção. Segundo ele, a capacidade de armazenagem do Paraná é de 80% da produção de grãos. O ideal, estima o assessor, seria de 150%. Investir em ferrovias deveria ser outra prioridade, já que a malha ferroviária paranaense é muito antiga. Com o incentivo nesse tipo de transporte, há um aumento no desempenho do escoamento da produção.

DENTRO DA PORTEIRA


Ricardo Delong, produtor em Rolândia (Norte), afirma que as novas tecnologias têm ajudado os agricultores a produzirem cada vez mais, fator que tem contribuído para o aumento da competitividade do agronegócio paranaense. Além disso, ele frisa que o produtor deve sempre tentar reduzir os seus custos. "Por isso, é sempre importante buscar soluções viáveis para produzir". Nesta safra de verão, Delong destinou toda a sua área, que soma 408 hectares, para o cultivo de soja. Ao todo, ele espera colher, em média, 64,58 sacas por hectare, mesmo índice registrado no ciclo verão (2013/14). (R.M.)

 

Fonte: Folhaweb

Categoria: Agronegócio, Paraná
Tags: Agronegócio, Competitividade, Paraná

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