​Para desenvolver, cidades precisam se integrar

Publicado em 03/07/2018 às 15h04
A coordenação entre as cidades pode mudar uma região. Essa foi a tônica de um evento realizado na tarde de quinta-feira (14), em Londrina, quando se debateu o Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável da Metrópole Paraná Norte. O fórum, promovido pelo Grupo Folha de Comunicação, Rádio Ayoba FM e Frente Parlamentar da Educação, trouxe ao Paraná o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raise.
 

O contrato para a elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável da Metrópole Paraná Norte foi assinado entre o governo do Estado e o Banco Mundial em março deste ano. Ele é uma das ações do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná, financiado pelo Banco Mundial. A expectativa é que esse trabalho leve 12 meses e está sendo feito por uma consultoria que venceu uma licitação internacional. 

A proposta é integrar 15 municípios que formam uma região importante, com características de uma metrópole. Eles concentram 15% da população e quase 14% do Produto Interno Bruto do Estado. Mais que isso, são cidades que interagem entre si: Apucarana, Arapongas, Cambé, Cambira, Ibiporã, Jandaia do Sul, Jataizinho, Londrina, Mandaguaçu, Mandaguari, Marialva, Maringá, Paiçandu, Rolândia e Sarandi. 

O fórum desta quinta-feira dá uma ideia de como acontecerão as audiências públicas que serão realizadas para ouvir a população. Estavam presentes prefeitos, empresários, lideranças e políticos. Um encontro que tirou dúvidas e reforçou a importância de planejar o desenvolvimento da região. 

Sustentabilidade é a palavra mais importante desse planejamento, que busca soluções integradas nas áreas de mobilidade, infraestrutura urbana, ambiental, logística, industrial e de serviços. Essa integração pode viabilizar de maneira mais eficiente a busca por financiamentos para ações de desenvolvimento do Norte do Estado. Se a vida está ficando difícil nas maiores cidades brasileiras, com grandes problemas de mobilidade urbana, esta pode ser a hora dos médios e pequenos municípios mostrarem que, unidos, têm muito a oferecer.

 

​Fonte: Folha de Londrina​

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